
Preservar patrimônio histórico costuma ser visto como custo. A Transferência do Direito de Construir inverte essa lógica: transforma a preservação em um modelo financeiramente sustentável.
O mecanismo funciona como um subsídio cruzado — o potencial construtivo que o imóvel tombado não pode usar é vendido a novos empreendimentos, e os recursos voltam para o restauro e a conservação do bem.
Assim, o patrimônio se mantém de pé sem depender só de verba pública, enquanto a cidade ganha novos empreendimentos viabilizados de forma legal e ordenada.
